Logística - Contábil/Fiscal - Pessoas

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Você conhece a Carteira de Trabalho Digital?



Desenvolvida pela Dataprev e lançada em 21/11/2017, a CTPS digital permite ao trabalhador acessar todos os dados disponíveis no documento impresso, incluindo todas as experiências profissionais formais, as atuais e também as anteriores, informações de férias e quaisquer atualização.
Todas estas informações são possíveis de serem consultadas pelo app, principalmente, devido ao eSocial, que as recebe e processa os dados disponibilizando em tempo real.
Para ter o documento digital, com todas as informações acessíveis no telefone, o trabalhador deve entrar na loja de aplicativos do telefone e procurar por “Carteira de Trabalho Digital” e baixar a ferramenta.

Mais informações e orientações poderão ser obtidas através do site do Ministério do Trabalho emhttps://empregabrasil.mte.gov.br/553/ministerio-do-trabalho-lanca-o-aplicativo-da-carteira-de-trabalho-digital/

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

A sua empresa está preparada para o eSocial?


 A obrigatoriedade da implantação será realizada em 2 etapas




Por Lygia Carvalho Campos*

*Diretora da Moore Stephens, especialista na área legal tributária.


Instituído pelo Decreto 8.373/2014, o eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas) tem o objetivo de facilitar e desburocratizar a administração de informações relativas aos trabalhadores. Nele, os empregadores passarão a comunicar digitalmente aos órgãos competentes, de forma simplificada e unificada, as suas obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. A transmissão eletrônica desses dados unificará a execução de obrigações acessórias às empresas, como GFIP, CAGED, RAIS, DIRF, folha de pagamento, GPS etc. 

A implantação do eSocial não altera nem revoga nenhuma lei ou normatização específica dessas obrigações. Ela somente unifica e instrumentaliza o seu cumprimento. Da mesma forma, os órgãos competentes – Secretaria da Receita Federal do Brasil, Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e Ministério do Trabalho e Emprego – continuam os mesmos e fiscalizando de forma conjunta. A obrigatoriedade da implantação será realizada em duas etapas: a partir de 1º de janeiro de 2018 para os empregadores e contribuintes com faturamento apurado, no ano de 2016, superior a R$ 78 milhões; e a partir de 1º de julho de 2018 para os demais, independentemente do valor da receita anual.

Mesmo com a proximidade do prazo de adesão ao sistema, um levantamento da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), que entrevistou 1,3 mil empresas, revelou que apenas 4,4% estão aptas a operar o novo sistema. Nem 42,9% começaram a implantação dessa plataforma em seus respectivos negócios. A complexidade para a implantação é mais evidente nas pequenas empresas, que normalmente atuam com estruturas menores. 

Contudo, é muito importante que as companhias se planejem, uma vez que o sistema é repleto de informações cadastrais dos trabalhadores, antes não exigidas da mesma forma pela SEFIP (Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social), por exemplo. A Previdência, assim como o Ministério do Trabalho poderão fiscalizar as empresas à distância, diante do volume e qualidade de informações transmitidas por meio do eSocial. O planejamento tardio poderá culminar em muitos erros de informações transmitidas à União. Por essa razão, as empresas precisam se organizar.

Fonte: http://www.amanha.com.br/posts/view/4704/a-sua-empresa-esta-preparada-para-o-esocial

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

eSocial desafia as empresas a terem dados ‘limpos e bem arrumados’



                           

A qualificação dos dados e há uma enorme massa de informações, a maior parte dos funcionários, é hoje o grande trabalho das corporações na adequação ao eSocial, observa a gerente sênior da TOTVS Consulting, Renata Seldin. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, a especialista é taxativa: “Sem dados bem arrumados e limpos, as empresas terão grande dificuldade para usar o ambiente do eSocial”.
Os dados sobre o eSocial são bastante preocupantes. A maior parte das empresas, informa a FENACON (Federação Nacional de Contabilidade), não se preparou para o regime, que está previsto para entrar em vigor no dia 01 de janeiro de 2018. Das cerca de 14 mil empresas com receita acima de R$ 78 milhões – que são as primeiras a aderir ao sistema – menos de 1000 se preocuparam em realizar testes no ambiente disponibilizado pelo governo.
Para Renata Seldin, as empresas que estão contando com um novo adiamento por parte do governo estão fazendo uma aposta de alto risco. E quem não começou a trabalhar os dados está muito, muito atrasado. “Uma empresa de porte médio leva, em média quatro meses, para adequar os seus processos ao eSocial”. A especialista da TOTVS Consulting admite que a maior parte das corporações enxerga o eSocial como um custo, mas é um momento relevante para colocar a ‘casa em ordem’. Assistam a entrevista com Renata Seldin, da TOTVS Consulting.
Fonte:https://www.jornalcontabil.com.br/esocial-desafia-as-empresas-terem-dados-limpos-e-bem-arrumados/


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Como o eSocial vai mudar o setor pessoal da sua empresa?

   impacto-do-esocial



Escrito por Isabel Holanda
Não há mais duvidas: a partir de janeiro de 2018 ocorre implantação do eSocial! O projeto, capitaneado pelo governo e diversos órgãos , tais como Receita Federal, Caixa Econômica, Ministério do Trabalho, entre outros, pretende simplificar e unificar a entrega das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas em todo país.
Há também uma boa parte das pessoas que também dizem não saber do que se trata e a “marchinha deste carnaval” promete ser com embalos de tirar o fôlego, acarretando grande multas para os despreparados.
Esse projeto que promete ser um dos maiores já implantados no mundo, tanto pela magnitude do cruzamento das informações quanto de entidades envolvidas. E o que esse projeto tem a ver com nós da área de RH ? Eu poderia responder em uma só palavra: tudo!  
Para estar adequado a essa otimização será necessário muitas mudanças na cultura organizacional das empresas, pois haverá um impacto na forma como se contrata, a forma de desligamento e como essa comunicação chega ao RH e  DP, nas promoções e  nas mudanças de função.

Quais os principais impactos do eSocial

Para ficar mais claro, não será mais possível contratar um colaborador sem que este tenha apresentado toda a documentação para contratação. As informações precisam ser enviadas para o ambiente do eSocial em pelo menos um dia antes de novo contratado iniciar na organização. Há exceção apenas no caso do empregador enviar o evento de “Registro Preliminar ” (ou seja, a admissão faltando algumas informações). Neste caso, ele terá que complementar as informações até o fechamento da competência.
Isso quer dizer que teremos de dar adeus ao nosso “jeitinho brasileiro”, em situações que acontecem raríssimas vezes em nossas organizações, onde os gestores desesperados nos falam: “- Deixa ele começar e traz o que falta depois!”. Essa situação não poderá mais acontecer, mas caso aconteça, à empresa pode estar passível a multa. Não existirá mais a situação de empresas desinformadas ou mal intencionadas ao contratar uma pessoa e somente assinar a carteira dela 3 meses depois.
Os gestores de pessoas precisam preparar a empresa, reprogramar a mentalidade dos colaboradores, líderes e sócios. Existe um desafio à frente que precisa ser encarado e trabalhado. A mudança precisa começar dos líderes para os colaboradores, atentando-se aos prazos, avaliando as rubricas (que são as verbas de folha como gratificação por exemplo) e refazendo processos internos. A equipe que lida com a parte de Departamento Pessoal e seus processos precisará aprofundar-se ainda mais no conhecimento da legislação.

A relação e integração entre os setores

O eSocial exigirá, de forma direta, que haja uma maior integração entre os departamentos contábil, fiscal, trabalhista e jurídico. As informações enviadas não podem ser tratadas de forma diferente, ou  seja, como empresas não poderá ser feito nenhuma transição que não seja de conhecimento dos órgãos competentes. A relação com o jurídico, algo que antes não era tão necessário, precisará ser reforçada devido as exigências do eSocial, como por exemplo as informações referentes a processos administrativos e judiciais do empregador que  influenciam nos cálculos de encargos e FGTS  precisarão primeiro ser alimentados no software de folha, para que estes dados sejam enviados.  
Parece que são tantas informações e mudanças, ao mesmo tempo, que poderíamos comparar com o fim do mundo, mas ainda não é o fim, será possível correr “atrás do prejuízo” se começarmos agora. Em janeiro serão obrigadas as empresas que faturaram em 2016 acima de 78 milhões, em julho de 2018, o projeto se estenderá a todas as empresas, incluindo as microempresas, empresas de pequeno porte e também os Microempreendedores Individuais (MEIs). As únicas exceções serão para empresas da área de saúde e de segurança do trabalho, essas terão mais 6 meses para se adaptar.

O que o setor de Gestão de Pessoas já pode fazer?

– Validação Cadastral

Nada mais é do que a validação de dados do colaborador (Histórico Cadastral e Contratual Nome Social, NIS, dentre outros).

– Cadastro de cargos, funções, cadastro de horários

que antes não era uma preocupação para quem manipulava o sistema de folha, apenas o de ponto, mas agora será exigido.

– Organização das rubricas

que são mais conhecidos como verbas de folha. Talvez esse seja o que tratará maior esforço para o DP, pelo fato de que a empresa precisará conhecer o que cada rubrica representa e correlacioná-la. Depois que todo esse trabalho for realizado, a empresa que quiser já poderá aderir ao ambiente de teste que o governo disponibilizou, em agosto deste ano.
A tendência é que com a plena implantação os arquivos físicos mantidos até então pelas organizações, serão extintos, dando lugar aos arquivos XML, que poderão ser armazenado na rede e/ou base de dado. Em paralelo ao eSocial ainda será necessário o envio das obrigações CAGED, RAIS, DIRF.

Informações que serão solicitadas:

– Admissão e desligamento do trabalhador em tempo real;
– Afastamento temporário;
– Alteração da jornada de trabalho;
– Alteração na situação do colaborador, tais como mudança de salário;
– Aviso prévio;
– ASO (Atestado de Saúde Ocupacional);
– Condições ambientais do trabalho que envolverá a parte de SESMT (Segurança Saúde e Medicina do Trabalho);
– CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) deverão ser informadas no mesmo dia em caso de morte;
– Movimentações referentes à folha de pagamento;
– Monitoramento da saúde do trabalhador.
Temos o pleno entendimento que as empresas que melhor conseguirem criar um bom processo de comunicação intersetorial e entre sua matriz e filiais, serão as que conseguirão passar com menos impacto por todas essas mudanças.
Existe outra perspectiva mais positiva e menos caótica, que é a minha preferida, que seria a de que esse projeto trará uma visibilidade maior para os setores de RH e DP, claro os que estiverem mais preparados. Essa com certeza fará toda a diferença.
Fonte:fortestecnologia.com.br/como-o-esocial-vai-mudar-o-setor-pessoal-da-sua-empresa/

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pagamento de boletos vencidos, confira as novidades!


mulher, financas (Foto: Thinkstock)

A partir de segunda-feira (10/07), boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) começará a adotar, de forma escalonada, uma plataforma de cobrança que permite a quitação de boletos em atraso em qualquer agência bancária.

 

Por enquanto, a novidade só estará disponível para os boletos de valor igual ou superior a R$ 50 mil. O valor mínimo será reduzido para R$ 2 mil em 11 de setembro, R$ 500 em 9 de outubro e R$ 200 em 13 de novembro. A partir de 11 de dezembro, boletos vencidos de todos os valores passarão a ser aceitos em qualquer banco.

A nova plataforma de cobrança permitirá a identificação do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do pagador, o que facilitará o rastreamento de pagamentos. Ao quitar o boleto, o próprio sistema verificará as informações. Se os dados do boleto coincidirem com os da plataforma, a operação é validada. Caso haja divergência nas informações, o pagamento só poderá ser feito no banco de origem da operação.

Conforme as datas de adoção da nova plataforma e as faixas de valores, os bancos deixarão de aceitar boletos sem o CPF ou o CNPJ do pagador. Os clientes sem esses dados serão contatados pelos bancos para refazerem os boletos.

De acordo com a Febraban, o atual sistema de cobrança funciona há mais de 20 anos e precisava ser atualizado. A previsão inicial era que o novo sistema entrasse em vigor em março para valores acima de R$ 50 mil, mas teve que ser adiada para este mês. Segundo a Febraban, o adiamento foi necessário para garantir a alimentação da plataforma de cobrança por todas as instituições financeiras.
 
De acordo com a entidade, a nova plataforma passará a funcionar em etapas por causa do grande volume de boletos bancários no sistema financeiro. Todos os anos são emitidos, em média, 3,5 bilhões de documentos do tipo no país.

Fonte: Por Agência Brasil

terça-feira, 6 de junho de 2017


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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Desenvolvimento Profissional

A Logos Consultoria e Instrutoria Empresarial no último dia 26/04/2017 participou à convite do Evento do Núcleo de Empregabilidade e Carreiras da UNINASSAU João Pessoa.


Através de uma Palestra com o tema: Gestão de Carreira: construindo uma Carreira Profissional, nossa representante Josilane Marques, levou aos alunos do P1 das Graduações de Contábeis e Administração. Com dicas valiosas de como construir uma carreira sólida e de sucesso, Josi Marques pôde estimular estes alunos à buscarem o desenvolvimento profissional acima de tudo! Mais uma vez a Logos orientando e contribuindo com o sucesso de muitas pessoas! Nosso agradecimento à Ilma Garcia, Coordenadora do Núcleo na UNINASSAU.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Empreender PB 2017

Governo abre inscrições do Empreender PB



O Governo do Estado, por meio da Secretaria Executiva do Empreendedorismo da Secretaria de Estado do Turismo e do Desenvolvimento Econômico (Setde), órgão responsável pela administração e operacionalização do Programa de Apoio ao Empreendedorismo na Paraíba (Programa Empreender PB), bem como do Fundo Estadual de Apoio ao Empreendedorismo, abriu inscrições para linhas de crédito destinadas a diversas categorias e setores, como pessoa física, jurídica, profissional liberal, mulheres, artesanato e inovação tecnológica. A novidade fica por conta da inédita linha Empreender Prefeituras.

O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado de quarta-feira (18). O objetivo do Programa Empreender PB é conceder crédito produtivo visando incentivar a geração de ocupação e renda,  e, consequentemente, proporcionar o combate à pobreza, a redução das desigualdades e promoção do crescimento econômico com inclusão social.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por pessoas físicas maiores de 18 anos ou legalmente emancipadas, que residem no Estado da Paraíba há mais de seis meses, bem como as pessoas jurídicas devidamente registradas no Estado da Paraíba há mais de seis meses.

Segue Link para acesso ao edital:

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Sebrae disponibiliza 200 aulas online e gratuitas para empreender

Instituição de empreendedorismo lançou portal para agregar todo seu conteúdo de educação à distância, de forma digital e sem custo.


Para muitos futuros empreendedores, a virada do ano é o empurrão que faltava para colocar em prática o sonho de negócio próprio. Porém, esses potenciais empresários logo enfrentam o primeiro desafio: a falta de capacitação – e de dinheiro para investir nela.

Caso este seja o seu caso, temos uma boa notícia: o Sebrae, entidade que fomento ao empreendedorismodisponibilizou todo seu material de educação à distância no site da instituição.
Ao todo, são 234 materiais online e gratuitos sobre abrir seu próprio negócio: 139 conteúdos são voltados para quem está interessado em começar um empreendimento, enquanto 95 são para os que já possuem o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).
Os materiais mais populares na plataforma são, por exemplo: assessoria legislativa; comércio eletrônico; fluxo de caixa; gestão financeira; microempreendedor individual; pequenos negócios; e redes sociais.
Fonte: exame.com

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Empreendedorismo: 10 conselhos de quem começou um negócio com pouco dinheiro

 

Mais com menos



Muita gente tem vontade de iniciar o seu próprio negócio, mas dispõe de pouco dinheiro para investir. Se você faz parte desse grupo, saiba que muitos empreendedores iniciaram com pouquíssimo dinheiro e hoje têm empresas de sucesso. São pessoas que com certeza têm algo a ensinar para quem quer seguir no mesmo caminho. Publicidade 


Para ajudá-lo a se inspirar em bons exemplos, selecionamos conselhos de quem fundou um negócio com recursos escassos. Na lista, há quem tenha iniciado com apenas 300 reais. Ficou interessado? Então leia este artigo até o final e veja dez conselhos de empreendedores que começaram com pouco dinheiro. Deixe seu comentário!

   
1. Tenha uma equipe multidisciplinar


Pedro Renan, de 27 anos, é um dos sócios da We Do Logos, uma empresa de design fundada em 2010 com cerca de 20 mil reais, incluindo o valor investido em horas de trabalho dos empreendedores. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?


“Tenha uma equipe multidisciplinar. Dessa forma você não precisará terceirizar nem contratar pessoas nos primeiros meses da sua empresa. O time ideal que eu montaria se fosse criar uma nova empresa seria um desenvolvedor, uma pessoa de marketing e uma pessoa de negócios.”
  

2. Faça o plano negócios

Carla Castilho, de 45 anos, é fundadora da Unius, uma agência de comunicação e marketing. A emrpesa foi fundada em 2005 com 10 mil reais. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?



“Fazer o plano de negócios e definir uma estratégia consistente é o começo de tudo. Porém, também é fundamental conversar com pessoas e procurar consultores ou mentores de marketing, financeiros e administrativos.
“Em um determinado momento me indicaram o curso do EMPRETEC, que pra mim foi um divisor de águas. Hoje eu aconselharia qualquer um a iniciar com este curso, pois ele me deu uma visão muito clara de como devemos nos posicionar perante a nossa empresa.

"Hoje, muitos clientes chegam aqui na Unius sem uma visão clara do seu negócio. Grande parte desses empresários perde parte do investimento inicial com a compra ou contratação de pessoas, empresas e serviços que não foram bem planejados”.



3. Tenha apoio da família


André Krummenauer, de 28 anos, é co fundador da Involves, uma empresa que trabalha com tecnologia para gestão de marketing. O negócio começou em 2008, com um investimento de 600 reais (100 reais de cada sócio). Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?


“Para iniciar sem dinheiro, é importante ter um bom plano definido, pois as vendas precisarão acontecer rapidamente para que o negócio gire. Outra alternativa é ter fontes alternativas de renda, caso o plano demore a se concretizar.

“No caso da Involves, o plano de negócios era baseado no desenvolvimento de um software que demoraria um tempo razoável para ser comercializável — tempo este que não poderíamos esperar. Para contornar essa limitação, posicionamos a empresa como prestadora de serviços de desenvolvimento de portais, sites e como fábrica de software. Sabíamos que um dia encerraríamos estes serviços alternativos, o que aconteceu no quarto ano de negócio, quando o ‘plano B’ representava somente 10% da receita da empresa, optamos por encerrar estes serviços.

“Outra questão muito relevante é o apoio incondicional da família. Como não tínhamos receita nem dinheiro no bolso, contávamos com o apoio dos nossos familiares — ainda morávamos com os pais e não tínhamos custos fixos pessoais. Estava claro que ficaríamos um tempo considerável sem pró-labore nem dividendos, e é preciso estar psicologicamente preparado para isso.”



4.  Conheça a sua área

 


Emerson Salomão, de 43 anos, é fundador da Avell, uma fabricante brasileira de notebooks. O negócio existe de 2004, e foi iniciado com um investimento de 10 mil reais. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?



“Para quem está começando e tem pouco dinheiro, é preciso conhecer e gostar muito do segmento que está querendo empreender. Tendo o conhecimento e gostando muito, o empreendedor precisará trabalhar com afinco, não medindo esforços e horas, com resiliência em busca de seu objetivo e sonho. Aparecerão vários obstáculos que devem ser ultrapassados. Sugiro também dar um passo de cada vez e, à medida que a situação for melhorando, ir fazendo mais investimentos e reinvestindo todo o lucro no próprio negócio.”


5. Tenha coragem e atitude


A empreendedora Letícia Penna, de 44 anos, fundou a rede de franquias Sapatilha na Sacola, que vende calçados femininos. O negócio começou em 2011 com um investimento de apenas 300 reais. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?


Ideias boas devem vir acompanhadas de coragem e de ação. Acredito, seja com muito ou principalmente com pouco dinheiro, deve-se ter atitude e perseverança como aliadas principais para começar um negócio.
Mesmo no início de tudo, é necessário identificar o público consumidor, acionar a rede de contatos e se planejar, para ter foco na hora de gastar aquilo que faturar. Ou seja, trabalhar as informações antes mesmo de qualquer investimento, para não gastar dinheiro sem necessidade.


6.  Comece

 

Felipe Dib, de 28 anos, é o fundador da Você Aprende Agora, uma empresa que oferece cursos de inglês online. Fundado em 2011, o negócio começou com 23,5 mil reais. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?




“Comece!!! Todos nós temos pouco dinheiro e não existe o "perfect moment". Sei que nesse exato momento você pode estar com um problema na sua família, mas eu também estou! Comece agora do jeito que der.”


7 – Teste, e se preciso, mude rápido

 

Bruno Passarelli, de 29 anos, e Gabriel Passarelli, de 25, são os fundadores do Descubraomundo.com, um marketplace voltado para programas de intercâmbio. O negócio começou em 2011, com menos de 15 mil reais, que era a poupança que os empreendedores tinham na época. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?




“Defina seu público alvo, seu nicho de mercado e teste sua ideia através de um MVP (minimum viable product). Caso seu público alvo não venha a se interessar pelo produto, é melhor reformular a estratégia ou mudar o business. Não existe coisa pior do que investir tempo e dinheiro em algo que ninguém quer. Uma vez que o business estiver validado, é importante que o empreendedor tenha resiliência, pois não existe sucesso da noite para o dia.”



8 – Converse com seu usuário

 

Vera Kopp, de 38 anos, é CEO do inCast, um marketplace que conecta profissionais e contratantes de setores da economia criativa,(atores, modelos, DJs, produtores, editores, designers e youtubers). O negócio com fundado em 2015 com 25 mil reais, vindos do programa Startup Rio. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?




Utilize o Google Forms [formulário do Google usado para fazer pesquisas, por exemplo] para viabilizar o seu negócio. Teste e converse com seu usuário. Inicie sua jornada com um protótipo, algo que você pode adaptar para a necessidade real do mercado.


9 – Foque nas vendas

 

Caio Sigaki, de 33 anos, é fundador da Elefante Verde, uma rede de franquias que trabalha com marketing digital para pequenas e médias empresas. O negócio foi fundado em 2011, com cerca de 10 mil reais. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?




“Foque desde o primeiro dia em vender e gerar receita. Não existe negócio sem receita aqui no Brasil. Lá fora é mais comum acontecer de empresas conseguirem aportes de investidores só com a ideia e sem tração (receita). Então, esteja preparado para gastar bastante sola de sapato e muito telefonema! Invista tempo em marketing digital. Existem diversas estratégias e canais que têm um investimento muito baixo ou sem necessidade de investimento, como a geração de conteúdo para o blog da sua empresa.”


10 – Faça os primeiros 100 clientes

 

Max Campos, de 25 anos, fundou a HotelQuando.com, uma empresa que atua no setor de turismo. O negócio começou em 2014 com investimento de 30 mil reais do próprio empreendedor. Que conselho dá para quem quer começar um negócio, mas tem pouco dinheiro?




“Tem que ter espírito empreendedor e ter como meta realizar as 100 primeiras vendas. Entender absolutamente tudo que passou com esses 100 primeiros clientes antes, durante e depois da compra. Tentar escalar o negócio ao máximo, sem investimento de terceiros, e só procurar por investimento quando seu negócio estiver validado de ponta a ponta.”


 Fonte: Exame.com
 Por: Mariana Desidério




segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Cuidados que a sua empresa deve ter na hora de demitir

  

 7 cuidados que a empresa deve ter na hora de demitir



Uma das coisas mais difíceis na trajetória de qualquer empreendedor/gestor é garantir que as pessoas certas estão na sua empresa. Porém, tão difícil quanto isto, é a decisão de demitir alguém. Muitas vezes ter clareza nesses momentos é desafiador e fica a pergunta “como fazer”? Não vou falar aqui de aspectos legais, deixo isso para especialistas que entendem do assunto muito mais do que eu. Vou explorar o ponto de vista da gestão estratégica de talentos e do aspecto “pessoa”, que aprendi (e ainda aprendo) na minha trajetória na Endeavor.



1. Tenha certeza que está olhando para os aspectos certos. 
Entenda e busque clareza sobre o que está acontecendo: a questão é técnica (faltam competências técnicas), comportamental (dificuldade em trabalhar em equipe ou falta de proatividade, por exemplo), ou o colaborador não tem compatibilidade com os valores da sua organização?


2. Ainda tem tempo de corrigir a rota? 
É importante entender se ainda há a possibilidade de resgatar esse colaborador: está claro para ele onde está errando? Já recebeu feedback que permita que ele reverta a situação? Já vi muitos casos em que a pessoa não fazia nem ideia do problema e da sua gravidade, e uma conversa clara e transparente com seu gestor fez com que a sua percepção mudasse, provocando mudanças positivas.


3. Tenha cuidado com o timing.
Por outro lado, é importante que o empreendedor tenha muito cuidado com o timing: esperar demais pode ser tão nocivo para sua empresa quanto tomar a decisão sem pensar direito. Não postergue a conversa, por mais difícil que ela possa ser!
A permanência de alguém que não está de acordo com os valores da empresa, pode passar uma mensagem errada para o resto de seu time, fazendo com que eles pensem que comportamentos indesejáveis são aceitáveis. Ou seja, a forma como você demite é tão importante quanto como você contrata, e pode ter certeza que seu time presta atenção a esses detalhes!


4. Faça com cuidado e consideração. 
Um mentor me impactou muito uma vez, quando disse que a demissão é de certa forma uma rejeição, e que, por isso, um dos grandes papéis de um bom líder nesse momento é preservar a autoestima do outro. Faça a conversa pessoalmente, com muito respeito e transparência. Deixe claro se existe alguma forma de você e a empresa ajudarem-no nesse momento difícil, como fazer recomendações ou oferecer um processo de recolocação.
Ter um bom relacionamento com seu time ajuda: ser demitido nunca é fácil, mas a situação torna-se menos dolorosa se a notícia vem de alguém que você respeita e sabe que se importa com você. Por fim, não se esqueça de ter paciência e compaixão, algumas pessoas têm reações muito emocionais.


5. Seja claro.  
Deixe clara a situação e seus motivos - não faça rodeios, vá direto ao ponto e deixe o mais claro possível o que está se passando. Ser transparente é o mínimo que você pode fazer para a pessoa, e pode ter certeza que um feedback sincero vai ajudá-la a crescer.
Aqui você encontra algumas dicas sobre o que evitar em um momento de feedback. A verdade é que não existe uma receita de bolo para a conversa da demissão, é complicado dizer o quanto o assunto deve ser aprofundado, depende muito da reação de cada pessoa. Caso ela peça, traga evidências que podem ajudá-la a se desenvolver profissionalmente.


6. Aprenda com este processo.  
Olhe para a demissão como uma oportunidade de aprendizado que você e sua empresa ganharam: o que podem fazer de diferente com relação ao seu time? Onde é possível melhorar? Reflita sobre a passagem desse colaborador por sua empresa, é possível que você encontre importantes pontos de melhoria, seja para seu processo seletivo, gestão de resultados e acompanhamento do time.


7. Mantenha contato.  
Mantenha contato e boa relação com seus ex-colaboradores: além de networking ser um dos elementos mais importantes de uma carreira profissional saudável, lembre-se que eles podem ser tão importantes quanto seus colaboradores atuais para a reputação da sua empresa.
Tenho certeza que, olhando para os aspectos certos, tratando a todos com transparência e respeito e encarando a situação como uma oportunidade de melhoria, o momento pode se tornar uma oportunidade de crescimento e aprendizado para você, seus colaboradores e seu negócio.


Escrito por Clarisse Monteiro, especialista em empreendedorismo
Diretora de Gente e Gestão da Endeavor Brasil.
Fonte: Exame.com

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Os 10 inimigos que impedem que você enriqueça!



Estes 10 inimigos impedem que você enriqueça, sabia?



Mulher assustada com monstros
Fantasmas assustam mulher: Descontrole emocional pode te impedir de ganhar dinheiro


Alguns traços de personalidade são fantasmas que assombram a relação das pessoas com o dinheiro. A ansiedade, a arrogância e o pessimismo, por exemplo, podem impedir que você se torne rico.
psicologia pode ter mais mais proximidade com as finanças pessoais do que você imagina. A EXAME.com ouviu especialistas em finanças comportamentais e listou, a seguir, dez comportamentos que podem ser inimigos da riqueza.

1. O descontrole emocional
Sabe aquele velho papo do terapeuta de que é preciso manter seu eixo interno forte para não se abalar tanto com os acontecimentos externos? Ele também serve para ter uma relação saudável com o dinheiro. O descontrole emocional afasta as pessoas da riqueza.
Quem conhece bem a si mesmo e sabe do que precisa para ser feliz consegue controlar melhor suas finanças. Tanto que, nos Estados Unidos, disciplinas de psicologia já foram incluídas nos currículos de grandes institutos de planejamento financeiro, como o da Universidade do Kansas, e a terapia financeira se populariza por lá.
“As pessoas gostam de acreditar que têm muito mais autocontrole do que elas têm de verdade”, observa a pesquisadora Claudia Yoshinaga, coordenadora do Núcleo de Finanças Comportamentais da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Isso acontece porque, do ponto de vista psicológico, a disputa entre ter uma recompensa hoje ou ter mais no futuro é bastante desigual. “É muito mais prazeroso comprar hoje”, diz a pesquisadora.
Estabelecer regrinhas na vida pode ajudar a lembrar que é preciso andar na linha com o dinheiro. Uma delas pode ser anotar em aplicativos ou planilhas cada gasto que você faz. Para o seu emocional, eles funcionam melhor do que os apps que somam e categorizam os gastos automaticamente. Outra dica é colar um post it no cartão de crédito quando chegar perto do limite.

2. A ansiedade
Pessoas ansiosas podem enxergar no hábito de fazer compras uma válvula de escape para descarregar esse sentimento. Além de gastarem mais, tendem a investir mal o dinheiro. “A pressa faz as pessoas tomarem decisões financeiras ruins”, aponta o coach financeiro Ricardo Melo, autor do livro As Leis Invisíveis do Dinheiro.
Quando sentir aquela angústia de que é preciso comprar algo, pergunte a você mesmo: “eu realmente preciso disso?”. A resposta vai ser "sim", provavelmente. Então, você pergunta de novo: “como vai ser a minha vida daqui a uma semana se eu comprar isso agora?”. Igual, provavelmente. “É aí que você vê que aquilo não é tão importante assim”, ensina o coach.
Na hora de investir, os ansiosos tendem a ter uma visão de curto prazo e a querer retornos rápidos. Em aplicações financeiras, o tempo é um grande aliado. Quanto maiores os prazos para resgatar o dinheiro, melhores são os rendimentos.

3. A arrogância
Comprar algo para ser socialmente aceito em um grupo até parece coisa de adolescente, mas pode ser uma trava para um adulto enriquecer. Olha que contraditório: quanto mais as pessoas querem parecer ricas, mais elas se afastam da riqueza.
“Pessoas que são prisioneiras do status e querem parecer ter mais do que o bolso permite têm, no fundo, problemas de autoestima. Essa mania de grandeza só gera dívidas”, explica Melo. Além disso, quem tem o nariz empinado gera dificuldades para trabalhar em equipe, o que é essencial para líderes acumularem dinheiro.
Há ainda uma questão: saber ouvir. “A maioria das pessoas bem sucedidas é humilde, aberta a aprender com qualquer um. Se você acha que sabe tudo, se isola e perde a chance de fazer parcerias”, destaca a coach e escritora Paula Abreu, criadora do programa online Detox de Dinheiro.

4. A rigidez
Pessoas severas demais consigo mesmas, que seguem sempre o esperado e não se permitem experimentar, dificilmente serão ricas. Os milionários não são certinhos, e sim ousados. “O comportamento controlador não é ruim para as finanças, pelo contrário. Mas não pode haver um exagero”, alerta Claudia, da FGV.
A especialista em finanças comportamentais recomenda não abrir mão da vida social para economizar, já que o networking pode ajudar nos negócios. Ela também aconselha não ser pão-duro demais e, em consequência, deixar de ter experiências que podem ajudar a ganhar dinheiro no futuro.
Na vida profissional, a ousadia também é bem-vinda. “É melhor pedir perdão do que pedir permissão. Para acumular riqueza, é preciso ser ousado, não cumprir tabela”, orienta a coach Paula Abreu.


5. A procrastinação
Empurrar os planos com a barriga pode ser péssimo para o bolso. Isso inclui esperar demais para guardar dinheiro para a aposentadoria, demorar para começar a investir ou mesmo procrastinar a realização de um projeto.
“Nada do que deixamos para a última hora sai com qualidade, o que impacta diretamente no desempenho profissional e na vida financeira”, explica Claudia, da FGV.
Por trás da procrastinação, pode estar o medo de fracassar. A coach Paula Abreu aconselha fazer perguntas a si mesmo para gerar clarezas.
Uma delas pode ser se qustionar qual seria o pior cenário possível caso os planos dessem errado. “Não adianta esperar a motivação vir para agir. É quando você se coloca em movimento que ela acontece”, explica a coach.


6. O pessimismo
Pessoas pessimistas têm menos oportunidades para enriquecer na vida. Isso porque a motivação contagia os outros no mercado de trabalho. “Ninguém quer estar perto dos pessimistas. No meio profissional, os otimistas têm mais chance de serem chamados para novos projetos e de aprenderem novas habilidades”, explica Paula.
Diante de problemas, enquanto os pessimistas se colocam em uma posição confortável de que não há nada a fazer, os otimistas agem para transformar situações. Essa postura pró-ativa é comum entre os que acumulam muito dinheiro.

7. A indecisão
Não dá para pensar muito quando as oportunidades profissionais e as chances de negócio aparecem, se não você corre o risco de perdê-las. É por isso que os indecisos se afastam da riqueza.
O melhor remédio para a indecisão, segundo o coach Ricardo Melo, é fazer uma lista de prós e contras. “É uma dica básica que funciona. Quando você lista, obriga a si mesmo a racionalizar o que sente e consegue enxergar melhor a situação”, aconselha.

8. A vitimização
Assumir constantemente o papel de vítima na vida e só reclamar de tudo impede as pessoas de enriquecer. Quem sempre acha que o que acontece de ruim não tem nada a ver com a sua forma de agir não tem ambição e acaba acomodado.
“As pessoas que se fazem de vítima têm menos chances de evoluir na vida, tanto pessoal quanto profissionalmente. Quando colocam a responsabilidade de tudo nos outros, não usam seu poder de mudar”, explica a coach Paula Abreu. 
Para quem se enxerga assim, Paula ensina um truque: fazer um diário da gratidão. Toda noite, escreva pelo menos três eventos bons que aconteceram durante o dia. “Em vez de viver a energia negativa da reclamação, passe a viver a energia da produtividade”, aconselha.

9. A impaciência
Um adulto mimado tem menos chance de se tornar rico, porque não tem paciência para conquistar metas financeiras audaciosas. Tanto para ter um bom retorno de um investimento quanto para juntar dinheiro para comprar uma casa, por exemplo, é preciso ter persistência.
“Conheço muita gente que começa a guardar para comprar um carro, por exemplo, e no meio do caminho, desiste e compra uma bicicleta. Para acumular dinheiro, é preciso ter constância”, observa Paula.

10. A acomodação
É bem difícil juntar muito dinheiro sem ter um porquê. Os sonhos e a ambição servem como alavanca para atingir metas financeiras. Ricos sonham muito.
O medo por traz da acomodação também é um impeditivo para enriquecer. Muitas pessoas, por exemplo, preferem investir na poupança por medo de outras aplicações, mas por isso deixam de ganhar mais dinheiro. Não deixe que o medo tire sua vontade de ganhar. 

Por Júlia Lewgoy de Exame.com


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